Marcelo Caramori e outras quatro pessoas teriam cometido
crime de favorecimento à prostituição
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado
(Gaeco) concluiu ontem o terceiro inquérito que apura fatos relacionados ao
crime de exploração sexual.
O auditor fiscal da Receita Estadual Luiz Antônio de Souza,
o ex-assessor da Casa Civil Marcelo Caramori e três agenciadoras foram
indiciados por favorecimento à prostituição. Se condenados, a pena pode chegar
a dez anos de prisão.
De acordo com o delegado do Gaeco, Ernandez Cesar Alves, 11
adolescentes com idade entre 14 e 17 anos teriam confirmado a exploração
sexual.
Todas as vítimas ouvidas revelaram que teriam feito
programas sexuais com o auditor Luiz Antônio de Souza. Já o ex-assessor da Casa
Civil Marcelo Caramori, também conhecido como "Tchelo", teria saído
com duas adolescentes.

