Será o primeiro casamento homoafetivo de um magistrado no
estado. "As diferenças não podem ser negadas e precisam ser aceitas por
toda a sociedade.
O casamento é o resultado do amor existente entre duas
pessoas", afirmou o juiz.
Ele enfatizou que ainda existe na sociedade um movimento
conservador, mas que é preciso ressaltar os direitos garantidos.
O juiz comemorou ainda a importância do reconhecimento do
casamento homoafetivo no Brasil, a partir de decisão unânime do Supremo
Tribunal Federal (STF), em maio de 2013.
(A Tarde)

