No encontro, os representantes de ONGs e associações
explicaram que querem buscam uma solução conjunta para o controle populacional
dos cães e gatos de rua.
“a partir deste seminário, vamos traçar uma política regional para os direitos e bem estar animal e tentar fazer deste trabalho uma vitrine para todo o estado. Para isso vamos buscar parcerias das secretarias de Saúde e Agricultura”.
Cheida disse ainda que esta é uma discussão importante para
toda a comunidade: “é uma questão de saúde pública, mas antes de tudo se trata
de uma discussão que significa amor e respeito “.
O encontro regional acontecerá na primeira semana de agosto.
Ass de Imprensa - Nalu Lourençon
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Veterinários criticam "Amor à Vida"; entenda por quê
Redação Bonde
Depois de desagradar as ex-chacretes por conta do passado da personagem Márcia (Elizabeth Savalla) e ser acusada de racismo por não ter atores negros no elenco, a novela "Amor à Vida" causou uma nova polêmica.
Na cena do dia 25 junho, Félix (Mateus Solano) disse que Lutero (Ary Fontoura) não conseguia "nem cuidar de uma clínica veterinária, quanto mais de um hospital".
O Conselho Federal de Medicina Veterinária se pronunciou a respeito, criticando a fala do vilão. Em nota publicada, a entidade afirma que a declaração é "pejorativa e desclassifica a classe dos médicos veterinários, além de refletir o desconhecimento sobre a real importância e do papel destes profissionais no cuidado e no bem-estar dos animais e da sociedade".
Confira a nota na íntegra:
"O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que representa os mais de 100 mil profissionais da Medicina Veterinária e da Zootecnia no País, vem a público manifestar sua insatisfação com o conteúdo apresentado no capítulo do dia 25 de junho de 2013, na novela "Amor à Vida". A cena em questão mostra o personagem Félix, interpretado pelo ator Matheus Solano, afirmando a Lutero (Ary Fontoura) que ele não tem condições "nem de cuidar de uma clínica veterinária, quanto mais de um hospital".
A declaração foi considerada pejorativa, desclassificando a classe dos Médicos Veterinários e a atuação das clínicas veterinárias, além de refletir o desconhecimento sobre a real importância e do papel destes profissionais no cuidado e no bem-estar dos animais e da sociedade.
O CFMV entende que um dos mais caros direitos expressos na Constituição Federal de 1988 é o de liberdade de expressão, nele compreendido também os de criação e de manifestação artística e intelectual. Todavia, tais direitos não podem ser utilizados de modo a diminuir ou menosprezar direitos outros igualmente consagrados no ordenamento jurídico brasileiro.
" (Com informações do RD1 Audiência)
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Veterinários criticam "Amor à Vida"; entenda por quê
Redação Bonde
Depois de desagradar as ex-chacretes por conta do passado da personagem Márcia (Elizabeth Savalla) e ser acusada de racismo por não ter atores negros no elenco, a novela "Amor à Vida" causou uma nova polêmica.
Na cena do dia 25 junho, Félix (Mateus Solano) disse que Lutero (Ary Fontoura) não conseguia "nem cuidar de uma clínica veterinária, quanto mais de um hospital".
O Conselho Federal de Medicina Veterinária se pronunciou a respeito, criticando a fala do vilão. Em nota publicada, a entidade afirma que a declaração é "pejorativa e desclassifica a classe dos médicos veterinários, além de refletir o desconhecimento sobre a real importância e do papel destes profissionais no cuidado e no bem-estar dos animais e da sociedade".
Confira a nota na íntegra:
"O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que representa os mais de 100 mil profissionais da Medicina Veterinária e da Zootecnia no País, vem a público manifestar sua insatisfação com o conteúdo apresentado no capítulo do dia 25 de junho de 2013, na novela "Amor à Vida". A cena em questão mostra o personagem Félix, interpretado pelo ator Matheus Solano, afirmando a Lutero (Ary Fontoura) que ele não tem condições "nem de cuidar de uma clínica veterinária, quanto mais de um hospital".
A declaração foi considerada pejorativa, desclassificando a classe dos Médicos Veterinários e a atuação das clínicas veterinárias, além de refletir o desconhecimento sobre a real importância e do papel destes profissionais no cuidado e no bem-estar dos animais e da sociedade.
O CFMV entende que um dos mais caros direitos expressos na Constituição Federal de 1988 é o de liberdade de expressão, nele compreendido também os de criação e de manifestação artística e intelectual. Todavia, tais direitos não podem ser utilizados de modo a diminuir ou menosprezar direitos outros igualmente consagrados no ordenamento jurídico brasileiro.
" (Com informações do RD1 Audiência)


