Marco Feltrin - Redação Bonde
O desembargador Luiz Sérgio Neiva de Lima Vieira, da 7ª
Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, suspendeu os efeitos da
assembleia realizada por cooperados da Corol na tarde desta terça-feira (28) em
Rolândia.
Na decisão dos cooperados, a atual diretoria administrativa
e o conselho fiscal da Corol seriam destituídos, o que fica anulado com a
medida judicial.
"Esta assembleia não tem valor nenhum. Foi uma
armadilha e o tempo vai mostrar isso", afirmou o presidente da
cooperativa, Eliseu de Paula.
Ele garantiu a realização de uma nova assembleia geral para o dia 13 de junho, com eleição de diretoria e prestação de contas.
"Vamos por a Corol em um porto seguro, não com um golpe como a Cocamar quer fazer", completou, em entrevista à rádio Terra Nativa.
Ele garantiu a realização de uma nova assembleia geral para o dia 13 de junho, com eleição de diretoria e prestação de contas.
"Vamos por a Corol em um porto seguro, não com um golpe como a Cocamar quer fazer", completou, em entrevista à rádio Terra Nativa.
O advogado Anacleto Giraldeli Filho garantiu que a decisão
judicial só suspende os efeitos da assembleia até que seja provada a legalidade
com abaixo assinado e edital publicado em jornais da região.
"Dispomos de todas essas provas e elas serão apresentadas dentro de um prazo legal", garantiu.
"Dispomos de todas essas provas e elas serão apresentadas dentro de um prazo legal", garantiu.
Mais de 970 cooperados participaram da assembleia em
Rolândia. A Corol enfrenta graves problemas financeiros.
Um dos mais graves está na assinatura de 903 notas de crédito rural, garantindo financiamento para a Corol junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), totalizando mais de R$ 15 milhões.
No entanto, o compromisso não foi honrado pelo antigo Conselho Administrativo e Fiscal, sendo que algumas notas já foram protestadas.
Um dos mais graves está na assinatura de 903 notas de crédito rural, garantindo financiamento para a Corol junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), totalizando mais de R$ 15 milhões.
No entanto, o compromisso não foi honrado pelo antigo Conselho Administrativo e Fiscal, sendo que algumas notas já foram protestadas.


