| Russinho |
Segundo o prefeito, desde o inicio do mês o secretário teria solicitado a sua exoneração por questões particulares.
Mas somente agora, no final do mês de maio, que o prefeito Mestiço aceitou o seu pedido.
Diante disso, o prefeito convidou o Secretário de Desenvolvimento Local, Orlando Menegazzo Filho, o Russinho, para também acumular a Secretaria de Obras.
Portanto, a partir desta segunda feira, (03/06), o novo secretário deverá assumir suas funções junto a esse novo órgão.
Em entrevista ao repórter Augusto Freitas, Russinho, disse que está preparado para assumir também essa nova função mesmo sabendo que é uma Secretaria que tem muito trabalho, mas que não o assusta.
Sua primeira ação será reunir-se com os funcionários daquele departamento e tomar pé de toda a situação e, juntamente com o prefeito, elencar prioridades que serão atacadas de imediato.
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Pancadaria na Câmara de Cornélio Procópio
Muita confusão e pancadaria na Câmara de Cornélio Procópio;
sessão absolveu vereadores do PV e PCdoB.
“Vossa Excelência não seja covarde. Se vossa excelência é bipolar não tenho culpa”, disse o presidente da Câmara de Cornélio Procópio, Edmar Gomes Filho (PSB), na sessão de ontem à noite (28), dirigindo-se ao vereador Fernandinho Peppes (PMDB).
Depois de muito bate-boca, corte de palavra, empurra-empurra, agressões, gritaria, vaias, dedo nos olhos, chute nos países baixos, etc., o legislativo procopense decidiu arquivar denúncias contra os vereadores Bruno Magalhães (PV) e Rodrigo Marconcin (PCdoB).
Foi preciso a intervenção da polícia para conter os ânimos.
As informações são do blog de Odair Matias e da Rádio Cornélio:
Seguranças contratados e assessor do Presidente partiram para violência contra manifestantes ontem, na pior de todas as reuniões da história recente da Câmara Municipal.
A sessão da Câmara Municipal de Cornélio Procópio da noite desta terça-feira, 28, foi encerrada antes do previsto, em consequência de tumulto nas galerias e no plenário, onde uma pessoa foi agredida e uma máquina fotográfica deste repórter foi furtada.
Nos últimos dias, o legislativo abriu um procedimento administrativo para apurar irregularidades cometidas pelos vereadores Bruno Magalhães (PV) e Rodrigo Marconcin (PCdoB) com a nomeação do vereador Luís Carlos Amâncio (PSDB) como relator da sindicância.
Terminando sua leitura e com base nas provas apresentadas, Amâncio disse entender ser necessária a abertura de uma Comissão Processante para decidir o futuro dos acusados.
No entanto, o presidente da Casa, vereador Edmar Gomes Filho (PSB), considerou que as denúncias apresentadas não eram suficientes para uma possível cassação dos envolvidos e, por 2 votos a 1, decidiu pelo arquivamento do processo.
No mesmo instante, o vereador Fernando Peppes (PMDB) pediu a palavra e colocou em suspeição o voto do 1º secretário, vereador Vanildo Sotero (PP).
Ele disse que Vanildo é parente de um dos acusados e quando era prefeito, em dezembro passado, nomeou os dois em cargos públicos.
O presidente do legislativo rebateu dizendo que havia recebido, durante a semana, um requerimento do ex-vereador Emerson Fonseca (Mexo) sobre o impedimento do citado vereador, mas que o requerente nem veio buscar o despacho.
Segundo Edmar Gomes Filho, a suspeição neste caso não procede e, por isso, pediu que o secretário continuasse com a leitura dos trabalhos mandando desligar o microfone do vereador Fernando.
Em seguida, um jovem invadiu a galeria do plenário com uma pizza no prato e foi iniciado um tumulto geral.
Na confusão, ele foi agredido pelo segurança contratado pela Câmara e depois o assessor de Edmar, Mario Ricardo “Feijão” retirou a máquina fotográfica deste repórter e na sequencia a mesma desapareceu.
A Polícia Militar interviu e o Tenente Talhete orientou as vítimas a compareceram na 1ª Cia para lavratura dos respectivos boletins de ocorrência.
Infelizmente as fotos que poderiam esclarecer a origem do tumulto estão na máquina que me foi furtada.
“Vossa Excelência não seja covarde. Se vossa excelência é bipolar não tenho culpa”, disse o presidente da Câmara de Cornélio Procópio, Edmar Gomes Filho (PSB), na sessão de ontem à noite (28), dirigindo-se ao vereador Fernandinho Peppes (PMDB).
Depois de muito bate-boca, corte de palavra, empurra-empurra, agressões, gritaria, vaias, dedo nos olhos, chute nos países baixos, etc., o legislativo procopense decidiu arquivar denúncias contra os vereadores Bruno Magalhães (PV) e Rodrigo Marconcin (PCdoB).
Foi preciso a intervenção da polícia para conter os ânimos.
As informações são do blog de Odair Matias e da Rádio Cornélio:
Seguranças contratados e assessor do Presidente partiram para violência contra manifestantes ontem, na pior de todas as reuniões da história recente da Câmara Municipal.
A sessão da Câmara Municipal de Cornélio Procópio da noite desta terça-feira, 28, foi encerrada antes do previsto, em consequência de tumulto nas galerias e no plenário, onde uma pessoa foi agredida e uma máquina fotográfica deste repórter foi furtada.
Nos últimos dias, o legislativo abriu um procedimento administrativo para apurar irregularidades cometidas pelos vereadores Bruno Magalhães (PV) e Rodrigo Marconcin (PCdoB) com a nomeação do vereador Luís Carlos Amâncio (PSDB) como relator da sindicância.
Terminando sua leitura e com base nas provas apresentadas, Amâncio disse entender ser necessária a abertura de uma Comissão Processante para decidir o futuro dos acusados.
No entanto, o presidente da Casa, vereador Edmar Gomes Filho (PSB), considerou que as denúncias apresentadas não eram suficientes para uma possível cassação dos envolvidos e, por 2 votos a 1, decidiu pelo arquivamento do processo.
No mesmo instante, o vereador Fernando Peppes (PMDB) pediu a palavra e colocou em suspeição o voto do 1º secretário, vereador Vanildo Sotero (PP).
Ele disse que Vanildo é parente de um dos acusados e quando era prefeito, em dezembro passado, nomeou os dois em cargos públicos.
O presidente do legislativo rebateu dizendo que havia recebido, durante a semana, um requerimento do ex-vereador Emerson Fonseca (Mexo) sobre o impedimento do citado vereador, mas que o requerente nem veio buscar o despacho.
Segundo Edmar Gomes Filho, a suspeição neste caso não procede e, por isso, pediu que o secretário continuasse com a leitura dos trabalhos mandando desligar o microfone do vereador Fernando.
Em seguida, um jovem invadiu a galeria do plenário com uma pizza no prato e foi iniciado um tumulto geral.
Na confusão, ele foi agredido pelo segurança contratado pela Câmara e depois o assessor de Edmar, Mario Ricardo “Feijão” retirou a máquina fotográfica deste repórter e na sequencia a mesma desapareceu.
A Polícia Militar interviu e o Tenente Talhete orientou as vítimas a compareceram na 1ª Cia para lavratura dos respectivos boletins de ocorrência.
Infelizmente as fotos que poderiam esclarecer a origem do tumulto estão na máquina que me foi furtada.
Fonte: Blog do Esmael Morais

