Em sua apresentação abordou a atuação do psicólogo no
Sistema
Único de Assistência Social (SUAS): Pensando a construção de práticas
na Proteção Social Especial de Média Complexidade, defendendo a tese de que o trabalho
preventivo é crucial para garantir a eficácia de qualquer prática de
intervenção, tanto em estágios preliminares do problema vivido pelo individuo,
quanto estágios mais avançados, onde a complexidade do conflito possa vir a demandar
um esforço coletivo de toda a rede de atendimento, como: Saúde, Assistência
Social, Educação, Esporte, entre outros.
De forma, que o trabalho transdisciplinar, ou intersetorial
como é conhecido no contexto do Serviço Público se mostra mais que necessário.
Uma vez, que a articulação de um diálogo com as diversas
áreas do saber e de prestação de serviço pode contemplar a pessoa que recorre a
um atendimento especializado de forma plena e holística, ou seja, em seu aspecto
social, econômico, psicológico, biológico e etc. “É concebendo o ser humano em
sua totalidade que passaremos a aplicar de forma coerente à intervenção
necessária que irá proporcionar ao individuo o que denominamos de saúde”, comenta
o Coordenador do CREAS.
“Reconhecemos que se há muito a fazer, mas que alguns
sucessos ou conquistas também nos apresentam um panorama otimista, onde se
acredita no possível, mesmo sabendo que às vezes a dura realidade social pode vir
a sufocar e tentar minar o entusiasmo daqueles que se coloquem a acreditar e
trabalhar por um mundo melhor”, afirma o Coordenador Francis.

