Diante de membros do Rotary Club, o capitão Edivaldo lembrou que, sem a ajuda da comunidade e somente com o Estado, fica difícil o trabalho da polícia.
Segundo ele, é da sociedade o compromisso de discutir segurança todos os dias.
Perguntando sobre os índices de violência em regiões como a Vila Nova Esperança, o comandante da 3ª Cia disse que o trabalho “não é só repressão, abordagem, prender e tirar de circulação precisa ter apoio moral, psicológico e assistencial”.
Quanto à ocorrência de crimes mais graves como roubo e homicídio, o capital Edivaldo comenta que a forca policial tem agido prontamente para resolver aqueles casos tão logo aconteçam. Na solução dos casos, ele cita o trabalho conjunto com a Policia Civil, Ministério Publico e com o Poder Judiciário, na expedição de mandados.
Segundo ele, a meta da 3ª Cia é reduzir os índices de criminalidade em Jataizinho e manter sob controle a situação sob controle em Assai – que registrou 4 homicídios nos últimos meses.
Na reunião do Rotary, o capitão Edivaldo Vieira foi recebido pelo presidente da entidade, Antônio Galdino da Silva. Também participaram do encontro os empresários José Paulo Martins (Móveis Martins), Clayton Mergulhão (Compusoft), Neuza Pinheiro Munhoz (T & N Modas) e Irene Kakubo Yamamoto (O Boticário), além de Wellington César Carlos, Amarildo Corrêa e o agricultor Sérgio Munhoz.

