No entanto, segundo o prefeito Luiz Fernandes, esse problema está chegando ao fim. Luizinho revela que a solução daquele caso é prioridade número um de sua administração para esse ano.
A partir de parceria com o governo estadual, através do deputado Pedro Lupion, o município vai receber 400 tubos de um metro cúbico, voltados principalmente para drenagem do alagamento do Jardim Progresso.
Os tubos serão utilizados também em obras de recuperação de pontes, como as oito unidades empregadas na Água do Aprígio.
- reforma em andamento do Hospital Municipal, com pintura, telhado, troca de instalação elétrica, do piso e forro, com prazo de entrega para final de abril, e investimentos de R$ 342 mil;
- processo de licitação em andamento para recuperação da Avenida Presidente Kennedy, e trecho das ruas Minas Gerais, Cachoeira e da Avenida Prefeito Antônio Francisquini, com investimentos de R$ 200 mil;
- obras na Avenida Prefeito Antônio Francisquini para retirada de canteiro central e implantação de área de estacionamento, nas proximidades do colégio estadual João Turim;
- recuperação de estradas rurais e desenvolvimento de ações prioritárias aos produtores rurais, resultando na reabertura de escritório da Emater no município;
- solução do problema da coleta do lixo com a terceirização do serviço para a empresa SANETRAN;
- terceirização do transporte de estudantes universitários, e repasse de subsídios aos que freqüentam estabelecimento de ensino superior em Londrina (ajuda de R$ 3 mil) e Cornélio Procópio (R$ 6 mil);
- aquisição de caminhão novo para a agricultura familiar, e ônibus repassado pela Receita Federal para o transporte da Secretaria de Saúde;
- recuperação de 2,4 mil metros quadrados de pavimentação asfáltica da Avenida Teodoro Miguel;
- parceria com o Hospital Pró-Vida, de Assai, comandado pelo médico Francisco Vieira Filho, para atendimento em especialidades.
Por Revelia
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Gleisi diz que pedágio no Paraná terá que baixar ou investimentos terão que aumentar

A ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann disse hoje (2) em entrevista exclusiva à Banda B, que o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que mostra que o preço dos pedágios do Paraná estão caros demais, é um argumento concreto para a negociação do governo do Paraná com as concessionárias.
"O TCU concluiu que a taxa de retorno das empresas de pedágio no Paraná está muito alta, acima da realidade da economia. Com este argumento, temos argumentos para reavaliar os contratos. Agora, ou o preço dos pedágios vão abaixar ou os investimentos terão que aumentar", afirmou Gleisi.
O levantamento do TCU foi solicitado em maio de 2011 pela então senadora Gleisi Hoffmann. "Este estudo dá condições para um debate e, se for o caso, até uma discussão na Justiça Federal sobre os valores cobrados nas rodovias do Paraná", afirmou.
O relatório do TCU mostra que a supressão de obras previstas não foi proporcional às perdas de arrecadação alegadas pelas seis concessionárias que administram as estradas. O relatório determina um prazo de 360 dias para que o governo do Paraná promova o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão e que inclua uma revisão periódica nos termos das concessões.
"As concessionárias não podem mais dizer que não é possível fazer alterações contratuais, que é um dos argumentos que vem sendo utilizado por elas. O relatório diz que pelo princípio da razoabilidade, as revisões nos contratos de concessão devem evitar o ônus insuportável a qualquer uma das partes, mesmo que o contrato, por uma má redação, permita isso", disse Gleisi.
A ministra comentou também o que considera preços absurdos nos pedágios. "É um absurdo o cidadão ter que pagar R$ 13 para ir daqui ao litoral, mas tem situações ainda piores como o trecho da BR 277, entre Medianeira e Cascavel, que não foi duplicado lá atrás com o argumento que o preço do pedágio teve que baixar, mas depois o valor subiu e a duplicação também não foi feita", lembrou a ministra.
Concessionárias
Em nota, divulgada no início da semana, a diretoria estadual da As¬¬so¬ciação Brasileira de Conces¬sionárias de Rodovias (ABCR) alegou que o relatório do TCU “traz algumas informações equivocadas, as quais precisam ser esclarecidas”. A nota diz ainda que a ACBR estranhou não ter sido ouvida durante o levantamento e que vai se pronunciar após analisar o documento.
Por AssaiOnline

