Redação Bonde
O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) se reuniu com
representantes do Movimento Passe Livre (MPL) durante a tarde desta
quinta-feira (23).
A reunião - a portas fechadas - durou cerca de uma hora e
meia e terminou indefinida.
Os integrantes do movimento pediram para que o prefeito
revogasse o aumento da passagem de ônibus, de R$ 2,30 para R$ 2,65, decretado
no início deste mês.
Kireeff, por sua vez, descartou a redução no preço da tarifa e disse que é impossível revogar o decreto.
Apesar disso, ele garantiu que está aberto ao diálogo.
Kireeff, por sua vez, descartou a redução no preço da tarifa e disse que é impossível revogar o decreto.
Apesar disso, ele garantiu que está aberto ao diálogo.
O MPL condenou a postura do prefeito e garantiu que as
manifestações vão continuar.
O terceiro protesto, realizado na quarta-feira (22),
interditou diversas das principais ruas e avenidas de Londrina e terminou com
ônibus depredados e pelo menos sete pessoas detidas.
O Movimento Passe Livre acredita que as manifestações vão
ganhar corpo no próximo mês, quando muitos estudantes, de fora da cidade,
voltam a Londrina para continuar com as aulas nas universidades públicas e
privadas.
O MPL destacou, ainda, que não orienta ações de vandalismo
durante as manifestações, mas também não as condena.
A radicalidade, segundo os integrantes, faz parte dos
movimentos sociais.
O comitê também criticou a postura dos policiais no protesto
de quarta-feira.
O MPL rebate as informações da Polícia Militar (PM), de que
sete pessoas (cinco adolescente e dois adultos) foram detidos por danos ao
patrimônio público e privado durante a manifestação.
Segundo o movimento, onze manifestantes foram detidos - dois
deles seriam integrantes do MPL.
O Passe Livre alega truculência e prepara ação civil pública
contra os PMs.
O movimento deve pedir auxílio ao Ministério Público (MP)
para processar os oficiais.
(com informações da rádio CBN Londrina)

